Segunda-feira, 31 de Outubro de 2011

Governo incentiva jovens desempregados a emigrar

Governo apela aos jovens desempregados para que emigrem: Esta é uma das notícias do sapo de hoje. Até que enfim que leio alguma coisa sensata, vinda do Governo. É verdade, os jovens que tenham essa possibilidade devem não exitar e emigrar, porque este país não tem nada para lhes oferecer. A declaração vai contra outras quem nos têm sido constantemente impingidas, que vão em sentido contrário e que dizem que em breve não haverá quem nos substitua nos nossos empregos porque temos fraca natalidade. Agora o Governo reconhece que não tem saídas profissionais para os jovens que já aí estão. Quanto às estatísticas do desemprego (12,5%), elas só não são maiores porque se utilizam expedientes contabilísticos; de contrário seria muito maiores. O problema do mundo não é a fraca natalidade mas o aumento explosivo da população nos países do terceiro mundo: em breve faltará comida e água para os habitantes do planeta.   

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publicado por Zé da Burra o Alentejano às 14:20
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Sexta-feira, 28 de Outubro de 2011

Vitor Gaspar garante que transferência de fundos de pensões salvaguarda interesse público

É hoje notícia no Destak que "Vitor Gaspar garante que transferência de fundos de pensões salvaguarda interesse público" e sobre o assunto venho lembrar que já no anterior regime, durante a guerra do Ultramar, os descontos para a Segurança Social eram desviados para o esforço de guerra; agora é para ajudar a pagar a dívida que o Estado português contraiu depois do 25 de Abril, na construção de autoestradas, Expos, Centros Culturais, Casas de Música, estádios de futebol, e outros pagamentos duvidosos sempre por contas astronómicas. Mas quem fica sempre a perder foi quem descontou uma vida inteira para esses fundos e até para a segurança social. Governantes e comentadores seus mandaretes ainda têm o descaramento de anunciar que daqui a poucos anos não há dinheiro para as reformas/pensões em vez de denunciarem esta vergonhosa ilegalidade. A verba que é precisa apenas deve sair do orçamento do Estado para onde vão os impostos de TODOS os portugueses que pagam impostos. Os descontos para os Fundos de pensões e da Segurança Social são pagos pelos trabalhadores e têm um destino bem definido, não é para ser abarbatado pelo Governo para fins diversos dos originais, só porque é mais fácil. Além disso, há benefícios sociais que são da responsabilidade de todos os cidadãos e que por isso também devem ir do orçamento do estado e não dos fundos de pensões: são os das reformas não contributivas, solidárias, manutenção do SNS (que é universal e não apenas para quem contribui).
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publicado por Zé da Burra o Alentejano às 10:22
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Quinta-feira, 27 de Outubro de 2011

Baixa fertilidade penaliza produtividade e economia em Portugal?

Os políticos e os seus mandaretes enchem-nos a cabeça de idéias idiotas. Querem que sejamos todos parvos e que acreditemos nas mentiras que nos tentam impingir. Volta e meia trazem o argumento da falta de natalidade portuguesa à baila e isso tem um objetivo escondido.
Ora se este país não tem ocupação para os milhões de jovens que vão saindo das escolas, porque é que mais jovens sem perspectivas de emprego nos fazem falta? e mesmo que este país tivesse falta de mão de obra especializada ou não, todos sabem que no mundo há muitos milhões de jovens prontos a emigrar e começar imediatamente a trabalhar. Nós já passámos por uma fase em que muitos cidadãos estrangeiros vieram pra cá trabalhar e isso poderá voltar a acontecer se um dia for necessário. Poderia ter sido feita até uma seleção dos candidatos de acordo com as nossas necessidades, para que não viessem pessoas que não interessavam ao país receber. Isso não foi feito, vieram à balda, mas países há em que isso é feito, como são o caso de: EUA, Canadá, Austália...

 

Pela lógica de quem lança a idéia de que com fraca natalidade não haverá amanhã quem nos substitua nos nossos trabalhos, os países que referi nem deveriam de existir porque a sua população é em grande parte formada por imigrantes. Mais, os países mais desenvolvidos são também os que têm maior percentagem de população imigrante. Já referi alguns desses países mas posso acrescentar outros, como a França, o Reino Unido, a Alemanha, o Luxemburgo, que são muito mais desenvolvidos que Portugal e têm muita gente estrangeira na sua população. Não! estes argumentos servem para nos convencer que temos que trabalhar e descontar durante mais anos, não obstante o enorme desemprego que temos e que continuaremos a ter por muitos anos (prevê-se até o seu aumento); e ainda têm o descaramento de dizer que deveríamos ter mais filhos. Porquê e para quê? 

 

As pessoas conscientes sabem que ou têm um alto poder económico (uma pequena minoria de previlegiados) e podem assegurar um bom futuro para a sua descendência ou não podem ter filhos, porque não têm condições económicas de lhes dar uma formação adequada e depois também não vislumbram qualquer futuro para as futuras gerações. Assim, o cidadão consciente imita qualquer animal em cativeiro: reduz ou elimina mesmo a sua capacidade reprodutiva. Existe realmente uma outra faixa de população que, por ignorância ou por egoísmo, não se preocupa com o futuro da sua prole. Qualquer povo, à medida que se vai tornando mais consciente do mundo que o rodeia e mais culto, deseja, legitimamente, ter acesso a um melhor nível de vida, para si e para os seus filhos, o que é cada vez mais difícil, e, por isso, os bons pais pretendem sempre assegurar que os seus filhos mantenham ou melhorem o seu nível de vida e de bem estar, mesmo depois da sua morte.   

 

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publicado por Zé da Burra o Alentejano às 11:40
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Quarta-feira, 26 de Outubro de 2011

A China quer salvar a União Europeia e o Euro

China quer contribuir para o fundo de resgate europeu

 

A "globalização selvagem" antecipou a ascenção económica da China, relegando para segundo plano os EUA, a Alemanha, o Japão (ou todos juntos). A China já é sem dúvida a nova SUPERPOTÊNCIA mundial.

Os EUA são ainda uma superpotência militar, mas será apenas uma questão de tempo e não irá demorar muito tempo para que a China também seja militarmente a nova superpotência. Os defensores desta GLOBALIZAÇÃO SELVAGEM são os responsáveis porque anteciparam o que seria inevitável mas que poderia acontecer sem grandes convulções. Esta globalização cerceou também a possibilidade do povo chinês ascender económica e socialmente. A China virá a ser sem dúvida um país muito rico, mas o seu povo poderá em geral continuar a viver na pobreza. Temos exemplos de países muito ricos (por exemplo em petróleo) cujas populações vivem na maior miséria, porque o fruto dessa riqueza não chega ao povo e vai apenas para um pequeno grupo de previlegiados ligados ao poder. 

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publicado por Zé da Burra o Alentejano às 14:38
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Modelo Alemão - O segredo está em trabalhar com mais inteligência

 

Já alguém pensou real e honestamente porque são os trabalhadores portugueses altamente produtivos na Alemanha e pouco no seu próprio país?

 

Mas existe uma Empresa alemã em Portugal em que os trabalhadores portugueses são também altamente produtivos, a Autoeuropa, que tem critérios de gestão e recompensa dos seus trabalhadores diferente da generalidade das outras empresas neste país

 

A explicação é bem simples: Na Alemanha (e na Autoeuropa em Portugal) os portugueses sentem-se recompensados pelo seu trabalho e em Portugal sentem-se explorados e o resultado é que trabalham lá com afinco e vontade, o que não acontece por cá. Há um poema que diz "quando o homem sonha o mundo pula e avança como bola colorida entre as mãos de uma criança". Em Portugal, os portugueses já não têm direito a sonhar (com um futuro melhor).

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publicado por Zé da Burra o Alentejano às 11:52
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Terça-feira, 25 de Outubro de 2011

Governo procura estrutura para alargar aeroporto da Portela

Vou voltar ao assunto do novo aeroporto de Lisboa, já anteriormente tratado por mim neste blogue e em vários comentários meus na net, mas em virtude da notícia de hoje do Sol vou repetir o que já antes disse, atualizando agora o texto.

 

Sempre defendi que Lisboa não precisava de um novo aeroporto na OTA, nem em ALCOCHETE, pois tem já um 2º aeroporto que apenas precisa de algumas adaptações para começar a auxiliar o da Portela: trata-se da base aérea do MONTIJO, que tem uma área considerável e espaço para crescer ainda mais quando for necessário.

 

Quanto à base aérea agora no Montijo, poderia muito bem ir para Beja, onde se gastaram recentemente alguns milhões de euros para empobrecer ainda mais este país, e, o pior, é que não vai servir para nada, porque ninguém vai querer voar para Beja.

 

À semelhança de outras cidades, Lisboa ficaria assim com dois aeroportos. O terminal do TGV (ou de um comboio tipo Alfapendular) poderia ficar muito bem no Montijo, junto do 2º aeroporto de Lisboa, e não haveria necessidade de construir uma outra ponte para o comboio. Uma nova ponte a fazer-se um dia seria para o metropolitano de Lisboa, que poderia assim atravessar o rio e chegar ao novo aeroporto e à nova gare do TGV (ou Alfapendular) no Montijo. O metropolitano, vindo do Montijo, distribuiria por toda a cidade de Lisboa os passageiros do aeroporto, do comboio de "alta velocidade" ou de "velocidade alta" e também muitos milhares de habitantes da outra margem, aliviando assim também o trânsito das duas actuais pontes. Esta ponte (ou túnel) para o metro acabaria por sair obviamente muito mais barata porque a sua largura ou  diâmetro do túnel seriam bastante menores. Mas este país é governado por doutos políticos e as suas lógicas são por vezes, para mim, imcompreensíveis e o resultado está à vista.

 


 

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publicado por Zé da Burra o Alentejano às 17:01
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Enfermeiros vão realizar tarefas de médicos

Enfermeiros vão realizar tarefas de médicos. Esta é a notícia de hoje no sapo 

 

Os médicos já não conseguem atender os doentes e muitos deles acabam por voltar para casa sem consulta, mesmo em situações agudas de doença. Muitas consultas e tempo dos médicos é gasto também a renovar receitas dos seus doentes crónicos, que poderia ser muito melhor aproveitado para consultarem outros doentes.

Os enfermeiros poderiam aliviar os médicos em algumas situações e já o fazem à muito tempo nos hospitais quando fazem as triagens, que determinam a espera do doente de alguns minutos ou de horas. Então os enfermeiros não poderiam nalguns casos aliviar os poucos médicos e auxiliar os doentes? Porque não pode o enfermeiro renovar a RECEITA DE UM MÉDICO a um doente crónico e que tem que tomar um medicamento para toda a vida? Porque não pode um enfermeiro distribuir receitas de BENUROM (mais uma vitaminas...) aos doentes que chegam ao Centro de Saúde com uma simples constipação. É claro que se não for suficiente esse medicamento, deverá então entrar em ação o médico. O médico faz exatamente isso. É claro que se o doente tiver outras complicações, então o próprio enfermeiro encaminhará o doente logo de início para o médico. O enfermeiro já não é hoje uma simples pessoa para dar injeções, tem uma formação superior ao nível de licenciatura e por vezes até mais...

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publicado por Zé da Burra o Alentejano às 11:28
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Quarta-feira, 19 de Outubro de 2011

Quando vai terminar a crise?

A crise em Portugal e nos restantes países ocidentais socialmente desenvolvidos só termina quando os seus cidadãos se tornarem "chineses", i.e., quando estiverem socialmente nivelados com eles nos seus salários, feriados, descanço semanal, férias anuais pagas, subsídios, apoios na saúde, apoios à infância e demais regalias sociais. Toda esta situação foi provocada pela "GLOBALIZAÇÃO SELVAGEM" em que as multinacionais nos meteram, manobrando políticos e economistas que nos colocaram em concorrência aberta com os países orientais, como a China, onde os trabalhadores nascem sem quaisquer direitos, põem-se rapidamente aptos a trabalhar, trabalham 12 horas por dia, sete dias por semana, sem férias (muito menos pagas), sem apoios na saúde, nem na velhice e por fim, quando não puderem mais trabalhar, morrem simplesmente. Ora aí têm o resultado.

É fácil entender: se um par de sapatos custa a produzir na China um euro, dado que os custos salarias são perfeitamente despresáveis como fator de produção, porque se hão de fazer sapatos no ocidente por vinte e cinco euros? (o exemplo dos sapatos estende-se a tudo). Esta Globalização nem sequer ajuda os desgraçados dos chineses a melhorarem o seu padrão de vida, porque o ocidente não exigiu sequer ao seu país quaisquer condições para vender livremente os seus produtos no ocidente. Ao invès criou uma concorrência desleal que irá matar a economia ocidental.

Depois há ainda outros desmandos na área financeira semelhantes, enfim!

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publicado por Zé da Burra o Alentejano às 11:20
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Segunda-feira, 17 de Outubro de 2011

Ordem dos Médicos rejeita prescrição obrigatória por DCI

 
Assim como o doente poderá recusar qualquer medicação, considero que também tem o direito de decidir neste caso. É claro que se o doente optar por comprar um medicamento genérico em vez do de marca que o seu médico lhe receitou está a ir contra a indicação do médico, que assim poderá invocar esse facto para se desresponsabilizar em caso de dano para a saúde do doente, mas isso é um assunto a dirimir em tribunal entre o médico, o doente e, eventualmente, o farmacêutico.
 
Mas afinal quem tem mais competência e conhecimento sobre os medicamentos: o médico que pelos anos de prática se vai apercebendo do efeito dos medicamentos sobre os seus doentes (ou sobre aquele doente em particular) ou o farmacêutico que estudou as substâncias que compõem os medicamentos e os seus efeitos sobre o corpo humano? Na realidade, os medicamentos são estudados e criados em geral por técnicos de farmácia e não por médicos. Os medicamentos depois de legalmente aprovados no país são então postos à venda, apresentados pelos laboratórios aos médicos para prescrição de acordo com as propriedades indicadas nas caixas? Nalguns casos são os próprios médicos que encomendam aos laboratórios as análises para a busca do medicamento mais eficaz a aplicar ao seu doente. 
 
Mas há ainda uma outra variável a considerar: a algibeira do doente que poderá não ter capacidade económica para a aquisição dos medicamentos de marca, obviamente mais caros. Que será pior: tomar genéricos ou abandonar o tratamento?
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publicado por Zé da Burra o Alentejano às 16:20
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Quanto vale trabalhar e descontar para a Segurança Social?

Uma das coisas que Bagão Félix diz no seu depoimento, embora com palavras mais técnicas, é que este governo continua a beneficiar quem nunca contribuiu para a segurança social, aproximando o seu rendimento real ao dos trabalhadores que trabalharam e descontaram uma vida inteira com ordenados muito baixos e que por isso têm reformas também muito baixas, pouco acima do ordenado mínimo nacional, mas o suficiente para deixarem de receber inúmeras regalias sociais e descontos, anulando qualquer destinção entre quem descontou e quem nunca descontou para os outros. ASSIM, ESTÁ A AJUDAR A QUE TODOS CHEGUEMOS À CONCLUSÃO DE QUE NÃO VALE A PENA DESCONTAR PARA A SEGURANÇA SOCIAL E QUE TALVEZ NÃO VALHA A PENA TER UMA ATIVIDADE OFICIAL, MÒRMENTE SE O SALÁRIO FOR BAIXO.

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publicado por Zé da Burra o Alentejano às 11:32
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