Domingo, 30 de Setembro de 2012

Comentário ao depoimento do Sr. Prof. António Borges sobre a TSU

Não sei se o Sr. Prof. António Borges se lembra que os custos de produção de uma empresa não são apenas os do trabalho. Para além desses há ainda que considerar os custos: do capital investido, de rendas em imóveis, de matéria prima, de energia elétrica, da compra e manutenção dos veículos, dos combustíveis, portagens, de água, do tratamento de resíduos, do IRC, de derramas muncipais, e, nalguns casos, com os altos salários e especiais regalias das administrações, normalmente figuras influentes do "arco do poder". Muitas outras despesas não estão aqui mencionadas, pois dependem até da natureza do negócio. Suspeita-se até de custos com pagamentos a um tal "homem da mala" que andará por aí a cobrar dinheiro às empresas para lhes facilitar a vida neste mundo cão. Assim, a redução do pagamento do TSU para a segurança social em 5,5% pouco significa no total dos custos a suportar pelas empresas, mas pode significar muito para os já muito penalizados trabalhadores, reduzindo-lhes o poder de compra e, em consequência, reduzindo-lhes ainda mais o consumo, determinando o encerramento de milhares de empresas que laboram para o mercado interno do país (não da UE), arrastando a economia nacional ainda mais para o fundo. Assim, o governo não pode admirar-se se as cobranças de IVA, IRS, IA, (e outras) diminuem apesar de aumentar as taxas aplicadas. O motivo é a redução do número de empresas e de trabalhadores, que são cada vez menos e não será por "fraca natalidade dos portugueses", outra parvoíce que de tempos a tempos se lembram de nos tentar impingir.

 

No mercado global, os restantes fatores de produção têm muito mais importância do que uma eventual descida da TSU que não impedirá a deslocalização de muitas indústrias para oriente ou a sua falência. As teorias económicas desastrosas deram nisto e estes senhores ainda têm o descaramento de continuar a insistir nestas receitas idiotas. Estes senhores deveriam era ter a humildade de reconhecer o seu erro, se é que não foi consciente. Esta é a experiência de quem está no terreno com a sua empresa e trabalha para o mercado interno, de resto, como a maioria das empresas portuguesas.

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publicado por Zé da Burra o Alentejano às 17:52
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Quarta-feira, 26 de Setembro de 2012

Teoria económica dominante está errada!

É muito fácil de entender, nem precisa ser economista: quando um país se encontra em dificuldades financeiras para pagar os juros que o mercado lhe exige e não consegue sair da crise com juros inferiores, mas com a obrigação de cortes muito drásticos e repentinos das suas despesas, em especial salários, reduz o mercado interno e leva à falência de milhares de empresas que põem no desemprego milhares de trabalhadores, reduzindo impostos cobrados a ambos e aumentando a pressão nas despesas sociais para minimizar o desemprego. As familias das sociedades desenvolvidas são hoje muito diferentes das de há um século atrás, até porque há menos laços familiares e estão também mais dispersas, pelo que o apoio familiar ou de vizinhos é muito reduzido ou nulo. Assim, empurra-se para a emigração, mendicidade ou crime todos os que ficam desprotegidos.

Para não haver rutura social o Estado teria que reduzir as suas despesas desnecessárias, salvaguardando o emprego tanto quanto possível. O aumento inevitável dos impostos, que deveria ser extendido o mais possível a toda a população e não só apenas a uma parte dela; atrasar ou anular algumas obras programadas pelo estado será fundamental; aumentar o combate à alta corrupção, tornando a justiça mais célere e eficaz: um país onde a justiça não funciona não é credível e não promove a iniciativa, exceto a que está protegida políticamente. Tem que haver em simultâneo um relançamento económico em áreas produtivas e que criem riqueza real e de bens que possam ser transacionados, substituindo importações ou viradas à exportação. 

 A solução que tem sido aplicada a alguns países da UE apenas atrasa a data da sua falência, pois a bancarrota acaba por acontecer de qualquer modo, apenas se prolonga a agonia durante alguns anos, porque no final tudo estará pior que no início. Talvez ainda seja possível evitar males maiores desde que exista real solidariedade dentro da UE. É ESSÊNCIAL A CRIAÇÃO DOS "TÍTULOS DE DÍVIDA EUROPEIA" "EUROBONDS" ANTES QUE SEJA DEMASIADO TARDE!

 

 

  


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publicado por Zé da Burra o Alentejano às 10:39
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Quarta-feira, 19 de Setembro de 2012

Quanto vale a baixa da TSU face aos custos insignificantes da mão de obra no Oriente?

Portugal exporta sapatos e vinho para a China, mas não é por certo pela sua produção ser mais barata cá! Os países ocidentais (incluindo Portugal) jamais conseguirão competir no mercado global copiando salários e os modelos sociais do oriente, aumentando a exploração dos trabalhadores, colocando-os ao nível desses países. Não se pode comparar a atitude de povos que nunca conheceram outra realidade e que até estão  se desenvolvendo socialmente, ainda que muito lentamente; com a de outros povos que já atingiram um nível de bem estar razoável que se quer agora reduzir drástica e rapidamente. Não se podem eliminar assim os direitos negociados e acordados entre os representantes do patronato e dos trabalhadores ao longo de um século. Não! os políticos ocidentais que criaram esta concorrência injusta e selvagem não conseguirão atingir os seus intentos, porque antes disso a revolta e o caos generalizado atingirá os países ocidentais.

 

Porque falham constantemente as receitas de economistas altamente credênciados quando postas em prática? Será que não sabem que a economia vive de equilíbrios e que caso sejam afetados poderão provocar a sua derrocada geral?

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publicado por Zé da Burra o Alentejano às 19:46
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Porque nos baixaram o "rating" e subiram os juros para os empréstimos a Portugal?

Este país está há décadas a desindustrializar-se: umas vezes porque as nossas empresas foram privatizadas e logo desativadas (exemplo: Sorefame); outras porque se deslocalizaram para o Oriente, por via da Globalização; outras porque a política europeia comum a isso levou (a nossa indústria das pescas); outras porque não resistiram à globalização e acabaram por ir à falência, enfim estávamos a perder a nossa capacidade produtiva e as Empresas que subsistem (na área dos serviços, excepto a AUTOEUROPA alemã) contribuem pouco para o bem comum, para além dos empregos que oferecem a alguns portugueses, mas: ou têm incentivos especiais; ou os capitais aqui ganhos são desviados para se expandiram para o estrangeiro (e os novos empregos são criados lá); as mais valias, pouco taxadas, logo escapam para paraísos fiscais; etc... 

 

Apesar disso, com a entrada de Portugal no EURO, o mundo acreditou que se estava a criar um espaço monetário solidário e pudémos benificiar de muito baixas taxas de juro durante alguns anos. Foi nesta altura que o país, as regiões, os municípios e os cidadãos a título individual fizeram as contas com base nessas taxas de juro e chegaram à conclusão que poderiam endividar-se porque as receitas (ou salários) expectáveis seriam suficientes para pagar as amortizações dos empréstimos mais os juros. Mas quando os nossos credores se aperceram que nós estávamos a desmontar a nossa capacidade produtiva e que a solidariedade do EURO não seria para valer, começaram a desconfiar que não iríamos poder pagar os nossos empréstimos e assim baixaram-nos o "rating". Em consequência, os juros subiram agudizando ainda mais o problema: provocando mais falências e mais desemprego, o que determinou o aumento da sobrecarga fiscal sobre os portugueses para equilibrar as contas do Estado, reduzindo a procura interna para a qual a maioria das empresas trabalham. Entrámos então numa espiral louca e infernal cuja culpa não é nossa e de onde não poderemos sair.

 

Era chegada a hora de por à prova a solidariedade dentro do espaço do EURO, mas o egoísmo nacionalista dos países mais fortes veio à tona e não aceitaram partilhar custos, criando os títulos de dívida europeia, os chamados "EUROBONDS". Se tal tivesse acontecido o mercado teria acalmado e tudo estabilizaria rapidamente. Mas isso não aconteceu e os países atingidos foram práticamente abandonados à sua sorte e acabarão por sucumbir mais cedo ou mais tarde. Mas os países mais fortes que também abraçaram sem reservas a globalização acabarão por ser também eles minados e acabarão por seguir o destino dos mais fracos. Assim, basta esperar para verem o resultado das sua políticas! 

 

 

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publicado por Zé da Burra o Alentejano às 15:37
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Terça-feira, 18 de Setembro de 2012

Reações à manifestação de 15 de setembro - efeitos e expectativas

 Tem-se gerado um grande descontentamento transversal em toda a sociedade portuguesa (da esquerda à extrema direita) desde a apresentação das novas medidas de austeridade para 2013, em que a alteração na "Taxa Social Única" (TSU), faz incidir mais 7% sobre os salários dos trabalhadores, sendo simultâneamente reduzido em 5,5% para as entidades patronais (o Estado fica com 1,5% deste aumento), como redução de custos do trabalho em Portugal para aumentar a competitividade (?) Nem os próprios reformados e pensionistas escapam a esta sobrecarga, mas neste caso será apenas para baixar o valor real das pensões a pagar pelo Estado.

Depois da enorme manifestação apartidária de 15 de setembro passado, a maior desde 1974, que demonstrou o descontentamento dos portugueses face a esta e outras medidas anunciadas por Pedro Passos Coelho na semana passada.

Já antes diversas figuras públicas, e algumas até ligadas aos partidos do governo, tinham manifestado o seu desacordo com o pacote; o mal estar começou já a fazer-se sentir dentro da própria coligação, fazendo com que deputados e o próprio lider do outro partido da coligação, Paulo Portas, se tivessem já demarcado da medida.

 

Representadores de confederações patronais rejeitaram também a proposta que dizem ser mais prejucial do que benéfica, pois sentem que o benefício será uma prenda envenenada que irá ter o efeito contrário ao anunciado: pois reduzir ainda mais o poder de compra dos trabalhadores apenas fará reduzir a atividade económica interna, e, em consequência, levar ainda mais empresas à falência e portugueses ao desemprego. Usando uma linguagem médica: não se podem dar dozes maciças de químio ou de rádioterapiapotera porque isso não irá curar o doente mas matá-lo...

 

O nosso Primeiro Ministro parece ter-se retirado para refletir, pois não aparece desde a manifestação, porém, estamos à espera de saber o que irá acontecer agora: Continuará o Primeiro Ministro insistir nas medidas anunciadas? Será que o PM irá fazer alguma correção, em especial na mais polémica, a insensata transferência de encargos do TSU para os trabalhadores? Será que o Governo vai deixar de comprar automóveis topo de gama para os seus Gabinetes? Será que vai corrigir efetivamente os excessos cometidos pelos anteriores governos relativamente à desregulação bancária, parcerias público-privadas? será que vai acabar com a maioria das fundações de "interesse público" cujo objetivo o governo bem sabe que é apenas um expediente para não pagar impostos? Será que o PM vai acatar finalmente o acódão do TC e eliminar a discriminação detetada com o confisco de subsídios na FP, reformas e Pensões? Será que vai desistir de tentar "tapar o Sol com a peneira", dizendo que a discriminação foi sanada com demonstrações matemáticas que atentam contra a inteligência dos portugueses e dos próprios Juízes do TC? Será que vai deixar de nomear novos funcionários públicos (especiais) em que no decreto de nomeação se diz explícitamente "com direito ao 13º e 14º meses de vencimento"? Será que não vai encontrar um novo meio de dar mais dinheiro aos membros do governo, seja a título de "subsídio de representação" ou de outra qualquer treta? Será que vai congelar excecional e temporáriamente os preços dos bens essênciais para minorar os sacrifícios dos portugueses, como os da água, luz, gás e dos outros combustíveis? Será que nas nacionalizações anunciadas, as Empresas vão ser alienadas pelo seu real valor? Será que as dívidas dessas empresas ficam a cargo do Estado português para que todos nós paguemos, tal como o BPN? Será que o governo vai por os Tribunais funcionar rapidamente em tempo útil? Um país onde a Justiça não funciona não promove o investimento, exceto o que esteja excecionalmente protegido.


 

 

 

 

 

 

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publicado por Zé da Burra o Alentejano às 20:00
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Sábado, 8 de Setembro de 2012

A discriminação mantêm-se informou Pedro Passos Coelho

Não obstante a determinação do Tribunal Constitucional, a discriminação entre os rendimentos de salários do setor público e do privado vai manter-se.

 

- Os trabalhadores do setor privado continuam a manter os dois subsídios, só que um deles será comido pelo aumento dos descontos para a segurança social, ficarão portanto apenas com um subsídio.

 

- Os trabalhadores do setor público continuam a ficar sem os dois subsídios, pois é-lhes devolvido apenas um que será comido pelo aumento dos descontos.

 

Os descontos aumentam por igual para ambos os setores de 11 para 18% (aqui não há discriminação). Estou curioso por saber qual será agora a opinião do Tribunal Constitucional a esta trapalhada matemática do tipo chico esperto. Será que o Governo assume o confronto com o TC ou acha que a discriminação foi sanada? 


Os reformados continuam a ficar discriminados, o Governo continua a olhar apenas para os rendimentos do trabalho. Passos Coelho não referiu quaisquer cortes nos restantes rendimentos nem a criação de qualquer imposto especial sobre as grandes fortunas (como se vão fazer países cujos problemas económicos são muito menos graves que o nosso), nem sobre compras de luxo, como certos tipos de automóveis, barcos, aviões e mansões, luxo, etc. O aumento do IMI é generalizado e por isso não se enquadra neste capítulo.


Lição básica sobre economia (que talvez Passos Coelho tenha esquecido)

Quando o país tinha moeda própria e ela era desvalorizada, isso reduzia o valor real de todos os salários de trabalhadores públicos, dos privados, das reformas, o valor real das poupanças acumuladas, o lucro das transações, o valor do património, enfim, toda a população era afetada. O reequilíbrio fazia-se depois por efeito da inflação induzida pelas importações que ficavam mais caras, o que até favorecia a produção nacional durante algum tempo, mas os seus custos de produção, porque dependem em parte dos preços das matérias primas e da energia importados, acabavam por subir tal como os preços dos bens cá produzidos. Por arrastamento, salários (de todos) e as pensões acabavam também por acompanhar a subida. O preço de obras em curso tinham que ser renegociadas, mas em valor real até poderiam ficam por um preço inferior. Enfim, tudo era afetado, mais justo e equitativo do que esta trapalhada matemática engendrada pelo Governo de Pedro Passos Coelho.

Não quero deixar a impressão de que sou contra a manutenção de Portugal na zona euro, o que quero é repetir o que ficou determinado pelo TC: o dever da repartição dos sacrifícios, que deve ser equitativo e não cair apenas sobre determinado grupo ou grupos da população.



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publicado por Zé da Burra o Alentejano às 20:05
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Sexta-feira, 7 de Setembro de 2012

Porque abandonou o ocidente as suas políticas sociais e humanistas

A chamado socialismo da URSS foi adulterado quando Estaline que criou um sistema semelhante ao fascismo com a diferença da iniciativa privada ter sido banida na nova sociedade. Mas a iniciativa privada é útil e um bem desde que funcione com regras éticas. A ambição não é um mal desde que cumpra essas regras. É dever do Estado criá-las e fiscalizar o seu cumprimento, promover a concorrência leal e evitar a criação de cartéis. Na verdade, sem ambição não há iniciativa, nem criatividade, nem inovação nem desenvolvimento. O Estado não tem que ajudar a banca, mas tem a obrigação de a fiscalizar para que não haja os excessos que têm existido nos últimos anos, de modo a salvaguardar os depósitos bancários dos clientes em vez do interesse dos banqueiros.

 

A URSS e os outros países de leste sucumbiram, porque retiraram a ambição e o sonho ao seu povo. Lembro o nosso poeta António Gedeão: "Quando o Homem Sonha o Mundo Pula e Avança Como Bola Colorida entre as Mãos de uma Criança". 

 

Os países ocidentais do centro e norte da Europa estiveram muito perto de atingir um sistema social correto quanto ainda existia o muro de Berlim, por receio de que as idéias socialistas iniciais os pudessem contaminar. Passado o risco, os países do ocidente inverteram o rumo e aderiram ao liberalismo e globalização selvagens que os há de destruir.

 

A escravatura também impõe o trabalho aos mais fracos que nunca passarão de meras máquinas de trabalho sem iniciativa nem criatividade. Rumo a uma nova escravatura vão agora os cidadãos ocidentais, sem ambição nem sonho, nem perspetivas de um futuro melhor, por isso o seu destino já está traçado!  

  

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publicado por Zé da Burra o Alentejano às 18:20
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Quarta-feira, 5 de Setembro de 2012

Porquê temos tantos fogos florestais em Portugal?

 As campanhas de prevenção insistem sistematicamente em nos avisar para não fazermos piqueniques com fogo, não jogar beatas para o chão, não deixar latas nem vidros pela mata como prevenção de incêndios que desde à algumas décadas nos atingem anualmente. Na realidade, as pessoas estão hoje desde os primeiros anos de escola muito mais sensibilizadas sobre o perigo de incêndio do que estavam à 30/40 anos. Havia então o hábito de fazer piqueniques com fogo e tudo (para assar umas febras, umas sardinhas...), Os homens fumavam muito mais do que hoje e as beatas eram jogadas fora, embora houvesse o bom senso de não as deitar em local de risco. Também quase não havia meios para combater os fogos: havia muito menos bombeiros, muito menos carros de combate e em muitas zonas nem sequer os havia e também não havia meios aéreos de combate. Para além dos já referidos piqueniques, hoje substituídos por almoços no restaurante, havia os trabalhadores rurais das ceifas, das debulhas, tiragens de cortiça, apanha de tomate e outras tarefas no campo que faziam no próprio local o seu almoço, ao ar livre, em "cocarias" (termo usado no Alentejo para os locais onde os trabalhadores rurais colocavam a sua panela, em geral de barro, a cozinhar o almoço), os homens fumavam e não guardavam as beatas na algibeira, porém, os incêndios eram uma coisa rara. Há hoje apenas um senão: devido à desertificação dos campos existe realmente mais mato o que não pode justificar tudo, até porque muitos dos incêndios começam frequentemente em sítios inacessíveis, de noite e em vários locais ao mesmo tempo, são os próprios bombeiros e as populações locais que o dizem. Alguns incendiários até chegam a ser capturados, mas depois as conclusões apontam em geral para motivos fúteis ou de insanidade mental dos autores e não se vai mais longe nas investigações.
Será que isto é fruto dos revoltados desta sociedade? Estarão os portugueses a ficar todos pirómanos? Existirão interesses obscuros e influentes que impedem que se consiga chegar a outras conclusões?

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publicado por Zé da Burra o Alentejano às 08:45
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