Quarta-feira, 28 de Novembro de 2012

O Orçamento de 2013 está aprovado, mas o governo não chegará ao fim da legislatura

O Orçamento do Estado português de 2013 foi aprovado pela coligação PSD e CDS/PP

Por ora existe um orçamento aprovado e é credível que venha a ser aplicado na íntegra, porque: 1º) O Presidente da República se identifica perfeitamente com ele apesar das poucas críticas que por vezes tem feito a algumas políticas do governo que é do seu partido e da maioria que apoiou a sua reeleição; 2º) O Tribunal Constitucional como é escolhido pela Assembleia da República acaba por refletir o equilíbrio de forças ali existente, o que condiciona à partida a reprovação das decisões daquele orgão de soberania. Assim, apesar dos grassos atropelos constitucionais do orçamento, o TC não deverá chegar a apreciá-lo; mas, se o fizér acabará por aceitá-lo com mais ou menos críticas, à semelhança do que fez com o de 2012.

 

Os partidos deste governo serão inevitavelmente punidos na consulta popular das próximas eleições governamentais e o CDS correrá então o risco de se sumir do espetro político português se entretanto não se demarcar do atual governo de Passos Coelho. Tal deverá acontecer quando os dirigentes do CDS/PP julgarem ser oportuno, mas uma coisa é certa, no ano anterior ao fim da legislatura, em 2014, aquele partido não deverá votar favoravelmente o orçamento de 2015, o ano previsto para as próximas eleições para a Assembleia da República, mas poderá ocorrer até mais cedo. O CDS poderá começar a afastar-se estratégicamente do governo logo a partir do primeiro trimestre de 2013. Se assim for, o governo cairá antes do verão. As próximas eleições deverão levar o PS novamente ao poder e o orçamento seguinte (na mesma linha do atual) será aprovado pelo PS, que, se não tiver maioria absoluta, deverá contar com a abstenção do PSD ou do CDS. O voto de um deles só será necessário se o PS não conseguir ter mais deputados que a ESQUERDA toda junta (desta ESQUERDA excluo óbviamente o PS).

 

Atualização em abril de 2014: Quando escrevi este comentário não me ocorreu que o PSD estivesse na disposição de ceder alguns dos seus deputados em eleições futuras, através de uma coligação com o CDS, para evitar o seu eventual desaparecimento do espetro político nacional. O PSD tomou essa decisão já depois de eu ter escrito o comentário e vai conseguir assim levar este governo até ao fim da legislatura.

 

 

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publicado por Zé da Burra o Alentejano às 21:02
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Sexta-feira, 16 de Novembro de 2012

Discriminação entre salários no setor público e privado

Quem ler o post de "ULTRAPERIFERIAS" fica com a idéia de que os funcionários públicos acabam priveligiados relativamente aos trabalhadores do setor privado, o que é uma descarada MENTIRA. Passo a explicar: em 2012 aos Funcionários públicos foram retirados os dois subsídios (o de férias e de Natal), portanto ficaram sem qualquer um; no setor privado os dois subsídios foram pagos, logo ficaram com ambos os subsídios. Assim, em 2012 o setor privado manteve os 2 subsídios e a função pública ficou sem os 2, certo?


Em 2013 o governo pretende conceder um subsídio aos funcionários públicos (pago mensalmente o longo do ano), que acaba por lhes ser retirado logo no próprio mês em virtude do aumento dos impostos, i.e. ficam na prática e do mesmo modo sem qualquer subsídio; no setor privado continua tudo como está, sendo que um dos subsídios será "comido" pelo aumento dos impostos (extensivo aos setores público e privado). Então qual será no final a diferença? os funcionários públicos continuam a ficar sem os dois subsídios enquanto que os trabalhadores do setor privado ficam agora apenas com um deles (sempre é melhor que nada, não é?). Eis como o que parece ser não é...

 

 Quanto às diferenças salariais, basta reparar que a função pública é hoje fundamentalmente composta por pessoal altamente qualificado: sem contar com os membros do governo, magistrados, serviços militares, de segurança interna, os assalariados do estado são compostos por investigadores, médicos, professores universitários, do ensino secundário, básico e pré-escolar. Depois há ainda os enfermeiros e outros técnicos da saúde, segurança social, finanças, tribunais, etc. Na realidade, há já muito tempo que o Estado prescindiu de ter ao seu serviço pessoal auxiliar, que não foi sendo substituído à medida que se foi aposentando. Mas como os serviços continuam a ser indispensáveis passaram a ser contratados a empresas privadas que o possuem esse pessoal: gente que não necessita de muita escolaridade nem de grande formação profissional e que tem salários também inferiores aos dos técnicos do estado (ou das empresas privadas). Eis alguns trabalhos que antes eram feitos diretamente pelo estado e que agora são contratados ao setor privado: serviços de porteiro, pessoal de apoio (incluindo a computadores), limpezas, serviços de bar, em cantinas, jardinagem, construção e manutenção de edifícios, veículos e de estradas, etc. No estado chegou-se ao extremo de já há haver ninguém para reparar o puxador de uma porta, substituir uma lâmpada ou uma borracha numa torneira que pinga. Tudo tem que ser contratado a empresas privadas, pago, e bem pago porque o Estado sempre paga tarde e isso tem um custo extra que se reflete no orçamento. Não é, portanto, estranho que os salários médios sejam superiores na função pública. Basta avaliar a situação, comparando o perfil do pessoal ao serviço do estado com o da generalidade das empresas privadas, muitas das quais vivem até dos serviços que prestam ao estado, fornecendo-lhe a mão de obra de que necessita para os serviços acima referidos que deixaram de ser executados diretamente pelo estado sabe-se lá porquê?

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publicado por Zé da Burra o Alentejano às 14:55
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Quase 1500 nomeados pelo governo recebem subsídio de férias

Fiquei estarrecido quando li a notícia em título no meu post de que este governo nomeou 1500 pessoas que vão receber subsídio de férias (e se calhar também o de Natal), principalmente tendo em conta que o cortou aos reformados, funcionários públicos e das empresas públicas. Espero, pelo menos, que sejam gente com salários reduzidos de cerca de 500 euros, pois é imoral retirar-se aos que referi acima e depois ir nomear pessoas e dar-lhes o que foi tirado aos outros, numa espécie de Robin Wood mas ao contrário.  Veja a notícia abaixo (não precisa de link).

 

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publicado por Zé da Burra o Alentejano às 10:59
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Quinta-feira, 15 de Novembro de 2012

Greve dos estivadores dos Portos - Portugal

Não se tem falado muito nos motivos desta greve, apenas que os estivadores estão ou continuam em greve e que tal facto prejudica a economia nacional, o que é uma evidência...

Uma coisa parece ser certa, não será por causa de dinheiro: muitas das greves têm sido por causa da redução do pagamento de horas extraordinárias, mas aqui o motivo não será esse. Em causa parece estar a precaridade e a falta de segurança no trabalho da estiva, pois os portos pretendem recorrer a trabalhadores precários com contratos a termo para os períodos de mais trabalho. A estiva é na realidade um trabalho muito arriscado, que movimenta cargas a granel ou em contentores com várias toneladas, por vezes, em espaços irrespiráveis e até frequentemente com risco de explosão. Muitos trabalhadores experientes têm sido vítimas deste trabalho, por isso os seus representantes defendem que deverá ser sempre desempenhado por pessoal experiente e nunca por pessoal contratado ocasionalmente e com um vínculo precário, ocasionando frequente rotatividade desses trabalhadores que ficam assim sem a possibilidade de acumular qualquer experiência profissional. Se as empresas de estiva precisam de mais pessoal admitam-no mas com vínculo, dêem-lhe a necessária formação prévia, promocam estágios para essses novos trabalhadores e ponham-nos a trabalhar, os jovens desempregados sem emprego agradecem-no com certeza.  

 

 

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publicado por Zé da Burra o Alentejano às 09:40
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Quinta-feira, 8 de Novembro de 2012

O Colapso Económico do Ocidente

Ao contrário do que muitos julgam, não foi o endividamento excessivo dos países ocidentais que provocou o aumento das taxas de juro para novos empréstimos no mercado financeiro, mas o facto desses mercados se terem apercebido que os países credores estavam a perder a sua capacidade produtiva (foi portanto o contrário), dada a sua migração para os países do extremo oriente: China, Índia, Indonésia, Tailândia e outros, provocada pela "Globalização Selvagem" a que o ocidente aderiu sem reservas. O resultado em termos económico-sociais no ocidente está a ser o fecho de milhares de empresas e o despedimento de muitos mais milhares de trabalhadores. Quando as entidades financiadoras se aperceberam desta realidade, começaram a duvidar que os seus créditos pudessem ser pagos num futuro não muito longínquo e assim os "ratings" foram baixando, e quanto mais baixam pior é a situação. Aliás, os países ocidentais têm mantido a sua posição económica mundial muito através da especulação financeira que estoirou primeiro nos EUA e depois por aí fora. Os países, os estados, as regiões, os municípios e a própria população, que tinham estado a beneficiar de juros muito baixos e durante muitos anos, perderam o crédito que tinha ajudado a economia a funcionar e agora é o príncipio do fim. Podemos "agradecer" aos políticos incompetentes ou corruptos que nos meteram nesta "alhada" da globalização sem regras, em especial aos da união europeia; é que ainda há países no ocidente que aderiram cautelosamente à globalização e são esses que menos estão a sentir a crise.    

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publicado por Zé da Burra o Alentejano às 19:49
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Terça-feira, 6 de Novembro de 2012

Baixa natalidade - Portugal tem menos nascimentos

A baixa natalidade não é uma característica nova dos países desenvolvidos, com melhor nível social, acontece na Alemanha, em França, no Luxemburgo, EUA, Austrália, etc....; ao invés nos países subdesenvolvidos, a natalidade é muito alta e também a pobreza.

Nos países desenvolvidos, os cidadãos desejam ter filhos mas querem sobretudo proporcionar-lhes um nível de vida igual ou superior ao seu, o que é cada vez mais difícil: 1.º) o emprego chega cada vez mais tarde e é precário, por isso as famílias constituem-se mais tarde e têm menos filhos e mais tarde também por isso; 2.º) as despesas com as crianças são muito grandes e durante muitos anos, entretanto há que criá-las, prestar-lhes cuidados de saúde, lazer, fornecer-lhes a formação para poderem sobreviver nesta “selva” competitiva. Os pais responsáveis pensam na preparação que poderão dar aos seus filhos e a escolaridade básica não chega para poderem aspirar a um nível de vida aceitável.

 

A crise retirou os incentivos à natalidade que incentivavam os mais pobres a terem mais filhos, o que por vezes poderia ser até perverso pois o seu rendimento era o da segurança social e em grande parte em virtude de terem mais filhos.

 

Quanto ao número de população disponível para o trabalho, não depende apenas da natalidade, como já referi, pois pode ser facilmente compensada com a aceitação de imigrantes. Portugal já passou por uma fase dessas e, caso seja preciso, poderá voltar a tê-la. A reposição da força de trabalho com recurso aos nossos filhos, embora louvável, implica um investimento de vinte e tantos anos: entretanto, tanto os pais como o país terão que prestar-lhes cuidados vários: alimentação, vestuário, lazer, saúde, educação e formação profissional. Quanto aos trabalhadores imigrantes, esses custos foram suportados pelos seus pais e pelos países de origem, por isso, vêm prontos para trabalhar e, só por isso, ficam mais económicos ao país de acolhimento e até dão lucro à segurança social, pois muitos deles acabam por sair antes de poderem beneficiar dos seus descontos.

 

Portugal já tem uma alta taxa de desemprego, por isso, neste momento, não faz sentido desejar mais crianças, porque seriam mais gente com um futuro negro à sua frente. A “fraca natalidade” serve para justificar o aumento da idade das reformas apenas.

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publicado por Zé da Burra o Alentejano às 19:30
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Notícia de hoje no "Correio da Manhã": Natalidade em Portugal atingiu ponto mais baixo dos últimos 60 anos

A notícia pretende justificar a redução da segurança social, mas é uma falácia vergonhosa: por esta lógica, o Luxemburgo, a Alemanha, os EUA (de entre outros) nem deveriam existir, pois a sua população é formada em grande parte por imigrantes. Quem desconhece que a falta de naturais pode ser sempre colmatada recebendo imigrantes? Os nossos jovens estão é a fugir deste maldito país e depois de os termos criado, dado instrução e colocado aptos pró trabalho! Agora vão criar riqueza e descontar para a segurança social de outros países.


Mas porque será que os jovens em idade de procriar não nos dão mais crianças? Pensem, pensem que encontram a resposta.


1º Porque não conseguem um emprego e muito menos estável que lhes permita criar uma família, pelo que fazem como qualquer animal em cativeiro quando o ambiente não lhe é propício: deixa simplesmente de procriar


2º Os jovens que saem vão procriar lá fora, para onde vão.


3º O ambiente português também já não é suficientemente atrativo para trazer para cá imigrantes que tenham cá os seus filhos. Portugal pretende ter é escravos e não trabalhadores. Assim, muitos dos que tinham vindo para cá estão é a regressar aos seus países.


4º O desemprego, a redução de salários, pior educação, pior assistência na saúde, pior apoio no desemprego, mais impostos e outros custos sempre a subir, a eliminação de abonos de família e outros apoios sociais às famílias também não ajudam.


5º O futuro dos portugueses não é nada promissor, nem para os adultos nem para as infelizes crianças que nasçam agora. Isto tem que ver com o que já referi atrás. Assim, deixa-se a tarefa reprodutora para as classes privilegiadas, que podem ter quantos filhos queiram, porque têm o suficiente para lhes providenciar uma boa infância e um ótimo futuro. Mas como o seu número é reduzido, por muitos filhos que possam ter não chegam a compensar o resto da população.


 

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publicado por Zé da Burra o Alentejano às 19:21
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Domingo, 4 de Novembro de 2012

How will be the world when crisis in Western countries is outdated?

What is happening at west was already expected and it is just the beginning of a new era, the countries of the Far East that have already surpassed the West economically. The rest will follow afterwards: technologic supremacy, the military power and the influence over the world. There is nothing new: there have been always civilizations that emerged, grew, peaked and then were overcome and today are just History.

The change became faster with this globalization that has created the open global markets after the wall Berlin fall. West fell into a trap which interested to very large companies that wanted to take advantage from low production costs in the east to where they are moving their factories. Everyone knows that the cost of labor is insignificant in eastern countries due to low salaries and lack of any social obligations there.

This is an unfair globalization once social developed countries at west did not require from eastern ones any conditions to export their products freely into west. Western countries should have required from east to provide better social conditions their populations, as like: fair rules for employment, better wages, less hours and fewer days of work, free opinion expression and right to free association into labor unions, holidays paid, health care even for those who cannot pay assurances, and a retirement paid for oldest labors. No! West politicians simply openned western markets to free movement of money and goods, causing an unfair and savage trade competition which will soon kill western economies. 

West is trying now to level wages and other working conditions to those in Eastern countries in order to resist this unfair competition, but, western people have already reached a reasonable social level, therefore, those who believe western people will free accept working for one or two kilogrammes of rice a day, without weekly rest, nor vacations, nor pensions for the oldest people, nor support for education and sickness? No! west is already starting a painful walking towards chaos. People shall consider that working is not enough paid, so crime and poverty shall grow and reach unimaginable levels only watched in science fiction movies that put us about the end of times as stated in the biblical writings. West must reduce costs for Companies to preserve them. Thus, little by little, their taxes and effort to maintain social security must be reduced and shall be supported by workers mainly. As a result, social security budget will reduce as long as problems shall grow and soon it will not be enaugh to minimize problems. Golden days at West are already gone and soon streets shall fill up with a huge sort of desperate thieves and beggars, trying to survive by all means. Current middle class shall disappear as well as democracies and, in the future, there will be only two classes: a few very rich men and many poors, some of them working for very low salaries with no rights and those must support the whole expenses of states. Rich men will safe their money in places where no taxes are paid and shall live in fortresses surrounded by all sorts of protections, from where come out only with necessary bodyguards disposed to kill and to die for his "master"; simultaneously poors only may expect any protection by joinning gangs, once police shall be confined to their own spaces and reserved to repress social and criminal "explosions" more often will occur. Military forces shall be called upon to assist in most difficult cases. Finally, democracies shall fall down and we shall return again into dictatorial regimens. Our western civilization will return one hundred years ago at least.

 

 

 

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publicado por Zé da Burra o Alentejano às 17:30
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Sábado, 3 de Novembro de 2012

Greves nos transportes públicos em Portugal

Últimamente este país tem sido assolado por uma vaga de greves na área dos transportes coletivos, sobretudo, devido à redução do pagamento das horas extraordinárias em dias de descanço e em feriados.

Os utentes são agora também mais penalizados que nunca, pois as empresas abandonaram também o hábito de colocarem transportes alternativos em dias de greve para os seus utentes, facto que é ignorado pela comunicação social e que merecia alguma referência e até justificações.

Quanto aos utentes: uns reclamam contra os trabalhadores; outros compreendem (estão contra as empresas). Mas há uma questão que ninguém refere: se essas empresas precisam sistematicamente que os seus funcionários trabalhem para além do seu horário normal de trabalho é porque esse trabalho corresponde a necessidades permanentes da empresa. Assim, considerando até o elevado número de desempregados deste país, PORQUE NÃO ADMITEM SIMPLESMENTE MAIS PESSOAL PARA OS SEUS QUADROS? Os representantes dos trabalhadores não costumam falar nisto e até se compreende que assim seja para não desagradar a uma parte deles que preferem receber mais algum dinheiro ao fim dos mês do que terem mais tempo de descanço e para estarem com a família. Não podemos esquecer que em Portugal os salários são muito baixos para o custo de vida em geral...

Porém, face à situação de desemprego existente, o governo deveria até criar leis e fazê-las aplicar por forma a impedir o recurso regular ao trabalho extraordinário, mas, infelizmente, faz exatamente o contrário, pois ao baixar o custo das horas extraordinárias está a fomentar e a encorajar essa prática. Por isso ninguém acredita que este governo faça o que seria mais correto. Este governo cria leis que obrigam os trabalhadores a fazer horas extraordinárinárias, quer eles queiram ou não e sempre a um preço cada vez mais baixo, numa espécie de nova escravatura. 

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publicado por Zé da Burra o Alentejano às 11:24
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