Terça-feira, 9 de Agosto de 2016

Portugal está em guerra contra os incendiários florestais.

 

 

http://mediaserver4.rr.pt/newrr/portugal_incendios73023417.jpg

Esta é a imagem da península Ibérica, onde se podem observar as nuvens de fumo relativas aos incêndios no dia 9 de agosto de 2016, feita pela NASA Worldview.

Mais uma vez, à semelhança dos anos anteriores, este país está a ser fustigado por fogos florestais (mais de 100 só no passado dia 8) cuja origem as autoridades nunca conseguiram justificar plenamente.

Grande parte dos incêndios começam entre as 8 horas da noite e as 8 da manhã, quando o calor é já menos intenso. Daí a suspeitar-se que muitos deles têm também uma origem humana e são provocados intensionalmente, pois há quem beneficia diretamente com eles, embora nada se tenha provado ainda.

Há países (ex. França) que consideram que a Europa está em guerra contra o terrorismo, pois Portugal poderá considerar-se também em guerra contra os incendiários das suas florestas.

Algumas organizações ambientalistas preocupam-se com os fumos lançados para a atmosfera pelos escapes dos automóveis e pelos seus efeitos em termos de poluição e de aquecimento global, mas, infelizmente, pouco ou nada se pronunciam sobre os incêndios provocados intencionalmente pela mão humana e por isso deixo-vos uma só pergunta: a quantos escapes de automóveis corresponderão estes incêndios só em Portugal?

Poderão os incêndios florestais ter mais impacto do que se pensava? 

 

 

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publicado por Zé da Burra o Alentejano às 19:00
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Quarta-feira, 2 de Dezembro de 2015

Cimeira do Clima de 2015 em Paris

 

             

 

 

 

Está a decorrer em Paris mais uma cimeira sobre as alterações no ambiente provocadas pela ação do homem, de onde deverão sair importantes decisões e muitas ideias que nos serão depois transmitidas para serem postas em prática, nomeadamente sobre a necessidade de poupança de energia, de maior utilização de energias renováveis e menos poluentes.

Existe, contudo, uma área que é responsável por muita da poluição e do aquecimento do planeta de que ninguém fala, pelo menos em Portugal: a cíclica onda de incêndios nas florestas, em geral provocadas por interesses económicos e frequentemente à margem da lei. E este não é um fenómeno característico apenas do nosso país, porque acontece em muitos outros, como por exemplo na floresta tropical brasileira, africana ou na indonésia. Tudo isto gira em geral à volta dos interesses na exploração das madeiras ou de desmatamento para outros fins. É urgente que incluam este tema nos esforços de luta contra a poluição e aquecimento global.

Pois nunca é referido o necessário combate real e eficaz contra os incendiários que surgem logo que a época é um pouco mais favorável ao desenvolvimento dos incêndios. Populações, bombeiros e forças policiais são unânimes em afirmar que os incêndios não são, na sua maioria, meros acidentes, mas provocados deliberadamente. Porém, nunca se chega é a saber quais os reais motivos que estão na sua origem. Será que os políticos não têm suficiente motivação para combater este tipo de terrorismo? Com frequência a maior parte dos incendiários é associada a doentes mentais ou toxicodependentes, mas, ainda que assim seja, muitos deles agem a mando e pagos por alguém responsável e com interesses bem definidos.

Nem me vou referir à considerável poluição provocada pelas guerras porque esses são casos muito mais difíceis de combater.

A imagem acima foi tirada por um satélite a Portugal em 2003. A quantos escapes de automóvel corresponderam aqueles fogos e qual foi dano provocado no ambiente?

Será que é andando de bicicleta movida a força muscular que vamos salvar o planeta? parece-me que sugerir esse meio de transporte em cidades como Lisboa, Porto e a maioria das cidades portuguesas (em geral situadas em colinas) é completamente absurdo, onde existem alternativas que não passam pela bicicleta. Será para confundir a nossa inteligência que se insiste no uso da bicicleta em cidades com multiplas colinas? Em países sem grandes elevações o uso daquele meio de transporte é viável, mas não em Portugal, salvo raras excessões.

 

 

 

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publicado por Zé da Burra o Alentejano às 18:06
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Segunda-feira, 6 de Dezembro de 2010

Notícia de hoje: Continuação do Protocolo de Quioto será impossível ao nível político"

A Europa tem cedido muito e com prejuízo da sua indústria e dos seus interesses económicos, uma vez que a energia limpa é ainda MUITO mais cara que a convencional. Mas todos temos que concordar que a Europa só por si não vai alterar nada relativamente às alterações do ambiente que já se verificam, assim sendo, não vejo outra alternativa senão a Europa deixar de ser o principal motor sobre as alterações necessárias à proteção ambiental, tendo em consideração o preço que já está a pagar por causa da globalização, com o aumento de milhões de desempregados e redução dos níveis de satisfação social mesmo daqueles que ainda têm emprego (Alguns deles já o deveriam ter cedido às geração seguinte que continua a aguardar a sua vez de aceder ao emprego enquanto se aumenta a idade das reformas em toda a Europa).
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publicado por Zé da Burra o Alentejano às 13:54
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Terça-feira, 25 de Maio de 2010

MENOS POLUIÇÃO COM OS CARROS ELÉCTRICOS?

Há um mito sobre os benefícios para o ambiente com a troca IMEDIATA dos actuais veículos movidos a energia fóssil por outros movidos a energia eléctrica: esquecem-se os defensores desta tese de que a maior parte da energia eléctrica tem ainda hoje origem na energia fóssil e assim sendo quando usamos um carro eléctrico estamos em última instância a consumir energia fóssil do mesmo modo só que nos chega na forma de energia eléctrica, com vantagens e inconvenientes: é que para termos o nosso carrinho a andar temos que ter antes várias conversões de energia: 1º) a energia fóssil é transformada calor para aquecer a água que acciona as turbinas da central eléctrica; 2º) a força motriz é depois transformada em energia eléctrica pelos alternadores da central e uma parte dela é logo aí consumida; 3º) a energia eléctrica tem que ser transportada até ao local onde ela é necessária para a carga das bateria do nosso automóvel "amigo do ambiente". Portanto há que a levar até lá; 4º) depois a energia eléctrica é transformada em energia química quando carregamos as baterias dos nossos carros eléctrico; 5º) energia química armazenada nas baterias tem que ser de novo transformada em eléctrica para accionar os motores eléctricos do nosso carrinho; 6º) finalmente, para que o veículo ande há que transformar a energia eléctrica de novo em força motriz. Em cada uma destas etapas há perdas de energia e não poderemos esquecer que a energia eléctrica é ainda fundamentalmente produzida a partir de energia fóssil, pelo menos em Portugal, onde não temos produção de energia eléctrica a partir da energia nuclear. Assim, estamos apenas a mudar o local onde poluimos: saindo das cidades para os locais das centrais, porém em termos globais não haverá para já outros benefícios. Há ainda outro problema: o destino a dar à enorme quantidade de baterias em fim de vida? Para já a melhor solução serão os hibrídos, veículos que poderão armazenar a energia das descidas e das travagens para que o seu consumo seja menor, mas há que fazer as contas ao seu preço...
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publicado por Zé da Burra o Alentejano às 14:56
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