Sexta-feira, 11 de Novembro de 2011

Os cortes dos subsídios de Férias e de Natal eram inevitáveis na Função Pública?

O Sr Ministro afirma que não pode prescindir dos cortes dos subsídios de Natal e Férias, mas não é verdade, senão ele que explique: Se o montante que o governo pretende arrecadar com os cortes nos subsídios da Função Pública, Reformados e Pensionistas fosse distribuído também pelos restantes assalariados (pelo menos), como é que as receitas em 2012 e 2013 seriam menores? Porque seria necessário despedir funcionários públicos? O esforço dos primeiros seria apenas bastante menor porque o sacrifício seria distribuído por mais gente. Nem seria preciso eliminar completamente o subsídio. Mais! a legitimidade de cortar nos subsídios (salários) dos trabalhadores da função pública é exatamente igual à dos restantes trabalhadores portugueses. Depois há ainda funcionários de diferentes "estirpes", pois nem todos verão os seus subsídios cortados e o mesmo se passará com os reformados. Alguns dos grupos já se conhecem mas outros virão a ser conhecidos, é só esperar...

 

A tese de que há funcionários públicos a mais está completamente esgotada e todos os portugueses já se deram conta disso nas Escolas, nos Centros de Saúde, Hospitais, Repartições onde têm que ir tratar dos seus assuntos e têm esperar em longas filas. Quem continua a dizer que há funcionários a mais tem concerteza "cartas escondidas na manga". Que querem? querem acabar com os serviços públicos? entregá-los aos privados para que alguém lucre com isso e os serviços saiam mais caros? têm já exemplos onde isso aconteceu...

 

É claro que muitos políticos se inibem de ser tão explícitos como eu estou a ser por questões de estratégia eleitoral, para não desagradarem aos trabalhadores do setor privado, mas eu não vou a votos e posso dizer a verdade se esse receio.

 

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publicado por Zé da Burra o Alentejano às 12:00
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Quinta-feira, 30 de Setembro de 2010

Défice orçamental reduz salários na Função Pública

Antes de Portugal integrar a moeda única, quando tinha possibilidade de controlar o valor da sua moeda, em caso similar, desvalorizava a moeda e o problema ficava resolvido da noite pró dia seguinte: nesse dia todos os salários tinham sido na prática reduzidos no montante da desvalorização da moeda, mas não só os dos Funcionários Públicos, eram todos os atingidos, incluindo as pessoas que já tinham sido reformadas e aposentadas, incluindo os valores das poupanças depositados nos bancos. Agora não! escolheram-se os FP para pagarem a maior parte da "factura", reduzindo-lhes os salários e aumentando-lhes os descontos... Pergunto: porque não optou o Governo por distribuir mais equilibradamente o esforço que é na realidade necessário? poderia reduzir os salários da FP e criar simultâneamente um imposto especial no mesmo valor percentual sobre os salários dos outros trabalhadores com rendimentos iguais ou superiores aos dos FP. Também não percebo porque as reformas e pensões equivalentes às dos FP no activo não são afectados. Apenas não irão subir no próximo ano? Se todos pagassem o esforço seria por certo muito menor para os FP, os eternos eleitos para pagar as crises e não se sabe bem porquê. Falei apenas sobre os rendimentos dos assalariados, reformados e pensionistas mas poderia ter referido outros grupos porque os há que têm rendimentos de outra natureza.
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publicado por Zé da Burra o Alentejano às 09:32
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